24/07/2007

LIVRO DE CABECEIRA DE MARCO AURÉLIO GARCIA

O Aspone de Lula Trotskista de carteirinha, fã de Gramsci, Fidél, Mao, Stalin, PouPot,... lê o livro Os farsantes que tem uma pequena sinopse abaixo. O Interesse Nacional a qual Marco Aurélio Garcia sempre se refere é um socialismo para nós e uma benesses para eles. Leitor bom é assim, busca inspiração numa ficção baseada em fatos reais para aplicar no seu dia a dia. Por isso eu digo, temos que democraticamente retirar esses camaradas do poder antes que a nós seja tarde. Tem passeata dia 04 de agosto na Paulista, com o tema FORA LULA !!!

Os Farsantes

Graham Greene

Um ano após chegar ao poder do Haiti, em 1958, o médico François Duvalier cria uma polícia especial para impor sua ditadura. Batizados de "tontons macoutes", bicho-papão na língua local, essas milícias aterrorizavam a população.
Com um forte apoio interno, Duvalier contava também com a simpatia dos Estados Unidos, que depositam nele a esperança de o Haiti não se tornar em uma nova Cuba. Duvalier era "Papa Doc", apelido com o qual o ditador entraria para a história, chefiando um dos regimes mais bárbaros do mundo.
Em 1964, Papa Doc se auto proclama presidente vitalício do país, transformando a vida dos civis em um verdadeiro inferno. Visto como um paraíso turístico até então, o Haiti passa a ter execuções sumárias, desaparecimentos e torturas.
É justamente nesse período que Graham Greene visita a ilha e ganha inspiração para Os Farsantes, o livro mais político do autor. Todas as personagens justificam o título por suas características cômicas.
A trama se inicia no navio rumo ao Haiti, quando se encontram Brown, o britânico dono de um hotel na capital haitiana; Smith, o norte-americano idealista que pretende transformar os haitianos pobres em vegetarianos, acompanhado de sua esposa; e Jones, um contrabandista de armas que faz negócios durante o regime Duvalier. Os personagens interagem e se entrelaçam na história na qual cada um tenta apontar causas, defeitos e soluções para esse governo tão temido.
Graham Greene ressalta em Os Farsantes um discurso de denúncia política, tornando os personagens muito reais. Tão próximos à realidade que o autor é obrigado a lembrar o leitor que se trata de figuras fictícias.


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