26/08/2007

APÓS TRABALHAR ARDUAMENTE PARA ACABAR COM AS INSTITUIÇÕES BRASILEIRAS, PT ABRE SEU FOGO CONTRA A ULTIMA !

Desgoverno Petista de Lula caminha a passos largos para seu “Interesse Nacional”, quem não sabe click aqui, agora perdeu totalmente o pudor e já defende abertamente o terceiro mandato de Lula, o Socialismo Petista, que é mais ou menos parecido com o Socialismo do século XXI de Chaves, numa caminhada premeditada junto aos outros estados populistas que nos cercam. Tenho amigos que votam no PT e não acham possível esse plano. Eu achava também, mas agora tenho certeza. Esse livro do governo afirma seu ultimo estagio em sua escalada rumo a seu golpe de esquerda. Ao confrontar as forças armadas, as desqualificando-as, sem os repasses das verbas que a estão sucateando cada vez mais as mesmas, o PT e seu “Interesse Nacional”, já se sentem fortes o bastante para dizimar a ultima instituição não tomada pela corrupção e desgoverno. Para se ter uma idéia que falo, um militar graduado me disse que fazem pelo menos 2 meses que é proibido fazer treinamentos com munição nos quartéis por falta dos mesmos.

Livro do governo culpa ditadura por tortura e mortes (Folha de São Paulo)

Um documento oficial do governo federal acusa integrantes dos órgãos de repressão da ditadura militar (1964-1985) pelas torturas, mortes e outros crimes cometidos em pessoas que já estavam presas e não podiam reagir, informa neste sábado reportagem da Folha (íntegra disponível só para assinantes do jornal ou do UOL).

Segundo a reportagem, o livro-relatório tem 500 páginas e foi elaborado pela Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos. Com o título de "Direito à Memória e à Verdade", o documento detalha as circunstâncias das mortes dos 339 casos apreciados pela comissão durante os 11 anos de trabalho.

O documento sugere a cobrança de explicações das Forças Armadas, o que ainda não foi decidido, e pede a criação de uma instância administrativa "para oitiva de policiais e militares" para fornecer dados sobre restos mortais.

Uma outra reportagem (íntegra disponível só para assinantes do jornal ou do UOL), também publicada hoje na Folha, informa que o livro-relatório questiona a tese que a Lei de Anistia de 1979 se estenderia também aos militares e seus agentes civis de repressão política.

Nem o Exército nem o Ministério da Defesa se manifestaram sobre o assunto.

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