Aos poucos amigos que por ventura visitarem este blog, gostaria de fazer um comentário sobre coisas que acontecem no mundo em nome do politicamente correto. Existe um povo no mundo que não podia dizer mais nada, ele andou cabisbaixo durante pelo 50 anos, escorraçado.
De quem falo?
Do povo Alemão e a triste história da segunda guerra mundial, onde milhões morreram, dentre eles seis milhões de Judeus, outrora explico porque coloquei somente um povo dentre tantos. Mas, após a ruína do Socialismo como modelo econômico a Alemanha fechava um ciclo que havia começado na guerra. Unificou se novamente o povo alemão e ali começou de fato a reconstrução da Alemanha, que veio culminar na Copa do Mundo da Alemanha e seu orgulho e alegria para com o mundo. Tive a oportunidade recentemente de estar na Alemanha e vi com meus próprios olhos, um povo alegre, receptivo,orgulhoso, (não confundam o brasileiro com o alemão, incomparável a qualquer outro povo do mundo, o brasileiro é muito bonzinho, por isso nos transformamos em escravo da Máfia Brasileira que tomou conta deste país), este país que soube dar a volta por cima de seu passado errado e aprendeu com os erros, se tornou uma sociedade pronta a refutar qualquer tentativa de cultuar ou cometer discriminações saudosas do passado, mesmo que alguma minoria ainda tenha tendências nazistas. O politicamente correto do mundo nos induz a olhar com pré conceito esse povo e esse país. Por que teci esse comentário acima? Porque temos um olhar de pré conceito com as nossas forças armadas, quero traçar um paralelo entre a Alemanha e os Militares brasileiros, guardados seus erros, todos conhecidos, digo que um país decente tem orgulho de suas forças armadas, mas no Brasil satãniza-se qualquer tratativa nesse sentido, chegou-se o momento de reconstruir o Brasil e as forças armadas não precisam mais ficar pedindo desculpas a sociedade, ela faz parte da sociedade e tem seu papel e esse é muito importante para todos nós brasileiros. Não queremos um regime de excessão, nem os militares o querem mais.
O Brasil precisa parar de sabotar o bom brasileiro e ele é:
De quem falo?
Do povo Alemão e a triste história da segunda guerra mundial, onde milhões morreram, dentre eles seis milhões de Judeus, outrora explico porque coloquei somente um povo dentre tantos. Mas, após a ruína do Socialismo como modelo econômico a Alemanha fechava um ciclo que havia começado na guerra. Unificou se novamente o povo alemão e ali começou de fato a reconstrução da Alemanha, que veio culminar na Copa do Mundo da Alemanha e seu orgulho e alegria para com o mundo. Tive a oportunidade recentemente de estar na Alemanha e vi com meus próprios olhos, um povo alegre, receptivo,orgulhoso, (não confundam o brasileiro com o alemão, incomparável a qualquer outro povo do mundo, o brasileiro é muito bonzinho, por isso nos transformamos em escravo da Máfia Brasileira que tomou conta deste país), este país que soube dar a volta por cima de seu passado errado e aprendeu com os erros, se tornou uma sociedade pronta a refutar qualquer tentativa de cultuar ou cometer discriminações saudosas do passado, mesmo que alguma minoria ainda tenha tendências nazistas. O politicamente correto do mundo nos induz a olhar com pré conceito esse povo e esse país. Por que teci esse comentário acima? Porque temos um olhar de pré conceito com as nossas forças armadas, quero traçar um paralelo entre a Alemanha e os Militares brasileiros, guardados seus erros, todos conhecidos, digo que um país decente tem orgulho de suas forças armadas, mas no Brasil satãniza-se qualquer tratativa nesse sentido, chegou-se o momento de reconstruir o Brasil e as forças armadas não precisam mais ficar pedindo desculpas a sociedade, ela faz parte da sociedade e tem seu papel e esse é muito importante para todos nós brasileiros. Não queremos um regime de excessão, nem os militares o querem mais.
O Brasil precisa parar de sabotar o bom brasileiro e ele é:
- Trabalhadores e trabalhadoras;
- Os empresários brasileiros;
- A sociedade civil que não aguenta mais o desgoverno, a falta de justiça, a falta de serviços);
- A classe média;
- Os militares, os bons policiais, os bombeiros (são homens e mulheres, são seres humanos, quem viu o choro do Brigadeiro do Ar Jorge Kersul Filho, sabe do que falo).
Sei que tem pessoas que não entenderam meu ponto de vista. Mas, digo obrigado ao brigadeiro e aos homens que fizeram o resgate na selva amazônica, a qual publico sua carta abaixo. E quem quiser dizer obrigado me acompanhe.
Quanto aos crimes cometidos por qualquer um, é um caso de policia, se a policia federal foi tão rápida em prender e deportar os cubanos, que seja tão rápida em descobrir os estelionatários que cometeram crimes com pertences das vitimas do acidente aéreo.
Mario Arone
Quanto aos crimes cometidos por qualquer um, é um caso de policia, se a policia federal foi tão rápida em prender e deportar os cubanos, que seja tão rápida em descobrir os estelionatários que cometeram crimes com pertences das vitimas do acidente aéreo.
Mario Arone
Carta do Exmo. Sr. Chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), Brigadeiro-do-Ar Jorge Kersul Filho. Assim prestou uma homenagem, na terça-feira, dia 14, na CPI do Senado que investiga o setor aéreo, aos militares que participaram do resgate dos corpos do acidente com o vôo 1907, em 29 de setembro no ano passado.
HOMENS DE HONRA
Antes do Nascer do sol, aqueles homens que deslocar-se-ão para a mata fechada da Serra do Cachimbo começam a preparar sua mochilas, rações e equipamentos num total de mais de trinta quilos.
Sob os primeiros raios de luz, decolam para o inferno verde, onde insetos, altas temperaturas, umidade elevada, dor, sangue e tristeza extrema os aguardam.
Sob os primeiros raios de luz, decolam para o inferno verde, onde insetos, altas temperaturas, umidade elevada, dor, sangue e tristeza extrema os aguardam.
Não há espaço livre nos helicópteros. Toda área tem que ser aproveitada; toda a capacidade utilizada.
Ninguém está pensando em si mesmo, mas nos familiares que esperam por seus entes queridos para que possam ser enterrados, encerrando mais um ciclo de existência.
A luta foi grande, os riscos enormes, o cansaço era evidente nos rostos daqueles que tinham o privilégio de uma noite no acampamento, enquanto seus pares continuavam na mata, entre corpos, odores, abelhas, carrapatos e a angústia dos ainda não encontrados.
A oração de mãos dadas, a oração para cada um dos resgatados pedindo que ele pudesse ser levado para aqueles que aguardavam o seu retorno era um exemplo da percepção da dor daqueles que estavam à espera.
Poucos lhe agradeceram. Poucos sequer reconheceram o seu trabalho. Poucos dedicaram espaço nos meios de comunicação. Poucos estão interessados nos seus estresses, nos seus salários, nos seus lares desfeitos.
Muitos consideram que eles não fizeram mais do que a sua obrigação. Muitos não querem saber das suas condições de trabalho, dos seus sacrifícios, das suas doenças, das suas dores.
Alguns chegam a caluniá-los, cegos na sua dor, em busca de recompensa financeira ou da lembrança material que ainda pode estar sob as folhas da floresta que tudo engole.
HOMENS DE HONRA...
A vocês presto continência. A vocês todos, brasileiros de tantos lugares, reunidos por Deus para trazer alento a almas feridas, a minha veneração, o meu respeito a minha profunda admiração.
Foi um privilégio estar entre vocês e testemunhar o seu trabalho, amor e profissionalismo.
Não se abatam pelas injustiças! O Brasil ainda precisa de vocês e, um dia, vocês receberão o merecido reconhecimento.
HOMENS DE HONRA...
VOCÊS NÃO DEIXARAM NINGUÉM PARA TRÁS.
Brig.-do-Ar Jorge Kersul Filho
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